UTENTES (des)ESPERAM JUNTO DO CENTRO NACIONAL DE PENSÕES

Carta Aberta

O País assiste, com sentimentos de revolta, à insólita situação da fila interminável de utentes que madrugam, junto do Centro Nacional de Pensões (CNP), na esperança de um atendimento condigno a que têm direito querendo apenas ver o seu problema resolvido.

Esta situação, que revela falta de respeito pelos utentes da segurança social, tem causas e responsáveis que não dão uma explicação ao público, mas tão-somente prometem que o assunto vai ser resolvido, continuando sempre adiado!

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Cortes nas pensões? NÃO. Finalmente a reposição do pagamento de metade do subsídio de Natal em dezembro de 2017

Durante três anos os reformados foram espoliados do subsídio de Natal, com o seu pagamento em conjunto com a pensão, em 12 prestações mensais (duodécimos). Com esta medida o anterior governo PSD/CDS visou dois objetivos:

  1.  Encobrir a sua ação penalizadora de cortes e de aumento de impostos, distribuindo o valor do subsídio de Natal em duodécimos, para que os reformados não se apercebessem, mês a mês, de quanto estavam a ser roubados;
  2.  Criar condições para o “desaparecimento” do subsídio de Natal.

A situação vai começar a ser regularizada este ano, com o pagamento de metade do subsídio de Natal no mês de dezembro, sendo o restante pago em duodécimos. Ao mesmo tempo que há o compromisso de em 2018 ser, finalmente, reposto o seu pagamento integral em dezembro. Continue lendo Cortes nas pensões? NÃO. Finalmente a reposição do pagamento de metade do subsídio de Natal em dezembro de 2017

Pensionistas lesados pelos CTT

Muitos pensionistas têm sido confrontados com o atraso na distribuição da correspondência e com a impossibilidade de efetuarem o levantamento das suas pensões através do vale postal dos CTT.

As razões invocadas para não efetuarem o pagamento têm sido das mais diversas, desde a falta de numerário ou invocação que a Caixa Geral de Depósitos não efetuou a transferência dos valores das pensões.

Esta situação grave é um atentado contra os direitos dos reformados, pensionistas e idosos que têm como único rendimento o resultante das pensões. Continue lendo Pensionistas lesados pelos CTT

Não à discriminação dos condutores com mais de 65 anos

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos MURPI expressa o seu desacordo contra a proposta discriminatória contida no PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA, em discussão pública, pelas seguintes razões:

  1. É discriminatória qualquer medida que vise cercear, dificultar e onerar os condutores com mais de 65 anos de idade na revalidação da sua carta de condução.
  2. Pretende-se penalizá-los só pelo facto de usufruírem da situação que resulta do aumento da esperança de vida;
  3. É uma medida que visa estigmatizar socialmente quem é idoso;

Deste modo, reafirmamos a nossa discordância e oposição à proposta que visa discriminar condutores com o critério de terem mais de 65 anos de idade, pelo que exigimos que esta seja retirada do PENSE 2020.

Em 2017, só o aumento extraordinário das pensões permitirá repor poder de compra!

O MURPI em 2016 desenvolveu uma campanha nacional, exigindo um aumento significativo de todas as pensões com o objetivo da reposição do poder de compra perdido, pelo combate à pobreza e que mereceu ampla adesão dos reformados, tendo expressado esse objetivo aos deputados na Assembleia da República, durante a discussão do Orçamento do Estado para 2017 (OE/2017).

O OE/2017 aprovado consagra, a partir de agosto de 2017, um aumento extraordinário, por pensionista, de 10 euros para as pensões até 632 euros e de 6 euros para as pensões mínimas que tiveram ligeiros aumentos entre 2011 a 2015, que globalmente abrangerá 2,8 milhões de reformados e pensionistas.

Este aumento que só foi possível concretizar pela luta dos reformados e pensionistas em torno das reivindicações do MURPI, não abrangeu, contudo, milhares de outros reformados que continuam a ser fortemente penalizados pelo congelamento das suas pensões.

Reconhecendo que o OE/2017 contempla medidas positivas, nomeadamente a atualização do IAS (Indexante dos Apoios Sociais), o aumento do valor do Complemento Solidário para Idosos e a reposição do pagamento parcial do subsídio de Natal em dezembro, o MURPI considera que as regras de atualização anual das pensões (decreto-lei 53-B/2006) são desadequadas e injustas. Continue lendo Em 2017, só o aumento extraordinário das pensões permitirá repor poder de compra!

INICIATIVAS PÚBLICAS – OUTUBRO 2016

flyer_murpi_out2016A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos MURPI, dando resposta a inúmeros apelos dos nossos associados, vai promover as seguintes iniciativas públicas:

  • Lisboa, 22 de outubro pelas 15,00 horas, no Largo Camões
  • Porto, 28 de outubro pelas 15,00 horas, na Praça dos Poveiros
  • Faro, 29 de outubro pelas 15,30 horas, no Mercado Municipal de Faro.

Estas iniciativas públicas vêm na sequência da Campanha Nacional promovida pelo MURPI, a partir de 31 de maio, com o objetivo de exigir um AUMENTO INTERCALAR DAS PENSÕES E REFORMAS, É JUSTO, É NECESSÁRIO. Continue lendo INICIATIVAS PÚBLICAS – OUTUBRO 2016

1 de Outubro de 2016 – Dia Mundial do Idoso

cartaz_murpiRespeitar a dignidade das pessoas idosas
Aumentar as pensões
Melhorar as condições de vida

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos saúda as pessoas idosas e reafirma o seu empenhamento na luta em defesa dos seus direitos políticos, sociais, económicos e culturais que lhes garantam uma vida digna e o direito de serem felizes.

Depois de décadas de trabalho e de sacrifícios, contribuindo para o enriquecimento do país, é justo que sejam asseguradas às pessoas idosas melhores pensões e condições de vida que concretizem o seu direito a viver com tranquilidade e dignidade o tempo presente e futuro.

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Defender a Constituição, lutar por pensões dignas

Cartaz-21PiquenicaoNacional21.º PIQUENICÃO NACIONAL

O Piquenicão é a grande Festa do MURPI onde há música, dança, teatro e também o encontro com pessoas vindas dos mais diversos pontos do país.

Valorizamos a cultura e o direito a intervir ativamente na defesa dos nossos direitos.

O aumento intercalar das reformas e pensões em 2016 é uma exigência do MURPI e que é justa e necessária para repor o poder de compra perdido nos últimos anos.

Uma exigência que se associa à defesa dos nossos direitos à saúde, à habitação, à mobilidade, à cultura, ao lazer e o direito à participação política e social.

Estão criadas as condições para exigirmos a reposição do poder de compra, perdido nos últimos quatro anos, e também os nossos direitos à saúde, à habitação, à mobilidade, à cultura e ao lazer.

Lutamos pelos nossos direitos e não aceitamos que os troquem por medidas de caridade.

Queremos ser felizes, viver com dignidade e lutar por um presente e futuro que assegure o bem-estar para nós, para os nossos filhos e netos.

Participa e traz contigo um amigo.
Junta-te a nós e teremos mais força!

Governo insiste no saque aos reformados

O País e os reformados foram surpreendidos com as declarações da Ministra das Finanças ao anunciar a pretensão do Governo em amortizar gradualmente até 2019 os cortes das pensões e simultaneamente proceder ao seu agravamento em 2016.

Estas declarações vêm no sentido contrário da resolução aprovada por milhares de reformados, no passado dia 11 de Abril, reclamando o aumento generalizado das suas pensões.

O Governo foi contrariado, por sucessivos chumbos do Tribunal Constitucional e pela luta dos reformados e pensionistas:
– quando pretendeu aprovar a Contribuição de Sustentabilidade em substituição da Contribuição Extraordinária de Solidariedade
– quando teve de repor os subsídios de Natal e de Férias retirados em 2012. Porém, continua a sua ofensiva.

Os reformados não permitirão que a sustentabilidade da Segurança Social se faça à custa dos rendimentos a que têm direito. As sucessivas medidas que o Governo tem vindo a tomar, visam a fragilização financeira da Segurança Social e o empobrecimento generalizado da grande maioria dos portugueses.

O Governo reduz a contribuição das entidades empregadoras, aprova perdões fiscais, delapidando as receitas da Segurança Social e, ao mesmo tempo, invoca o argumento da insustentabilidade para cortar 578,8 milhões de euros nas despesas com prestações sociais.

O Governo pretende descapitalizar a Segurança Social, degradar o funcionamento dos serviços sociais com o despedimento de trabalhadores para promover a sua privatização à custa do retrocesso social dos portugueses.

Cada dia que passa, mais urgente se torna a necessidade de afastar este Governo e resistir e lutar contra as suas medidas de austeridade em unidade com todos os trabalhadores.

A Confederação MURPI apela a todos os reformados e pensionistas a participarem nas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio e afirma a sua disponibilidade para continuar a luta pela derrota da política deste Governo.